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Definição: Moderna técnica de injeção arterial e drenagem venosa, visando o retardamento do processo biológico de decomposição e prevenindo o extravasamento de líquidos e odores e alterações anatômicas. Diferente de um embalsamento, a tanatopraxia permite uma conservação temporária por até três semanas e utiliza procedimentos pouco invasivos. |
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Habilitação: a preparação dos corpos dos falecidos é realizada por profissionais treinados em curso técnico avançado, ministrado pelo Centro de Tecnologia em Administração Funerária (CTAF) em parceria com a Universidade Estadual de São Paulo. A técnica é baseada em conceitos de anatomia, medicina legal, toxicologia e escultura. |
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Objetivo: Proporcionar uma melhor apresentação do corpo durante o velório, reduzir os efeitos da decomposição, assim como a adequada desinfecção de acordo com as normas de saúde pública, permitindo velórios prolongados, translados de acordo com as normas vigentes e reduzindo drasticamente o risco de propagação de enfermidades. |
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Efeitos adicionais: A aplicação da técnica permite uma apresentação do corpo semelhante a pessoa em vida, atenuando a degradação física de períodos prolongados de enfermidade, proporcionando uma visão menos sórdida da morte e evitando transtornos durante o velório por problemas de extravasamentos de líquidos e odores. |
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Instalações: A aplicação é feita em um laboratório especializado, chamado tanatório. O tanatório tem um aspecto de sala de cirurgia, onde vários detalhes e procedimentos são observados minuciosamente para que a tanatopraxia possa ser realizada com sucesso. |
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